sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Fria Madrugada

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Fria Madrugada
(Por Li Barbosa)

São altas horas, já quase madrugada,
Eu continuo acordada...
Viro e reviro na cama,
Vivendo está ilusão insana.

De que me adianta
Sofrer acordada...
Se isso não me leva a nada!
O sono não vem...

Você povoa meu pensamento...
Só busco você neste momento.
Viro e reviro na cama,
Suportando essa dor desumana.

As horas passam depressa...
Só o sono não tem pressa.
Viro e reviro na cama,
Querendo ser sua dama.

Meus olhos estão cansados
De sonharem acordados...
Pelo sono agora sou arrebatada...
Adormeço sozinha, na fria madrugada. 

Escrito em: 28/06/12

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